publicado dia 23/01/2018

Mapa do Trabalho Infantil: Agência Alagoas de Notícias utiliza pesquisa da Rede Peteca

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Em notícia divulgada no começo desta semana, a Agência Alagoas de Notícias – portal oficial do Estado –  utilizou o Mapa do Trabalho Infantil, realizado pela Rede Peteca, para pautar a pesquisa sobre o assunto na região.

mapa do trabalho infantil rede peteca

Clique na imagem para conferir a íntegra da pesquisa

O texto da jornalista Renata Bello informa que”é preciso trabalhar a conscientização da população para evitar que crianças e adolescentes ingressem de modo precoce no mundo do trabalho” e aponta os investimentos do governo de Alagoas na prevenção e erradicação do trabalho infantil.

Segundo o Mapa do Trabalho Infantil, desenvolvido pela Rede Peteca, projeto que visa a promoção dos direitos da criança e do adolescente e a erradicação do trabalho infantil no país a partir da comunicação, em Alagoas há 30.832 crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil”, informa a reportagem.

Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil Crédito: Divulgação / MDS/ Agência Alagoas de Notícias

Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil Crédito: Divulgação / MDS/ Agência Alagoas de Notícias

“O número aponta que o Estado teve a segunda maior redução verificada em todo o Brasil comparando o ano de 2015 a 2004, quando o haviam 105.140 meninos e meninas trabalhando de forma exploratória”, escreve a jornalista. Clique aqui para conferir a íntegra do texto “Com ações permanentes, Estado trabalha para reduzir índices de trabalho infantil” e acompanhar as ações feitas por Alagoas para proteger crianças e adolescentes.

Acesse o mapa e faça sua pesquisa!

O Mapa do Trabalho Infantil visa trazer uma contribuição para o enfrentamento do problema da exploração de crianças e adolescentes no Brasil, alimentado em grande medida pela falta de informação, por mitos historicamente construídos e pela aceitação social.

No mapa, ocê encontrará um raio-x da situação dos 2,7 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos trabalhando no país, com recortes por faixa etária, gênero, localização (rural e urbana) e tipo de atividade, desde a agropecuária até o trabalho infantil doméstico: invisível e altamente prejudicial.